FriGol alcança 100% de conformidade socioambiental em auditoria validada pelo MPF no Pará

FriGol alcança 100 de conformidade socioambiental em auditoria validada pelo MPF no Pará

É a quarta vez consecutiva que a companhia obtém o resultado

A FriGol, uma das principais e mais tradicionais processadoras de carne bovina do Brasil, obteve novamente 100% de conformidade nos critérios estabelecidos pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Carne Legal, em auditoria supervisionada pelo Ministério Público Federal (MPF) no Pará. Esta é a quarta vez consecutiva que a
companhia alcança o resultado.
A avaliação considerou o gado adquirido pela FriGol de fornecedores diretos no período de 2023 e 2024. A análise confirmou que os animais eram provenientes de propriedades que não produzem em áreas com desmatamento ilegal, em terras indígenas ou em unidades de conservação e que os fornecedores não constam da lista de organizações envolvidas com trabalho escravo.
O processo de auditoria teve como base as Guias de Trânsito Animal (GTA) de bovinos provenientes do bioma Amazônia e abatidos nas unidades da FriGol em São Félix do Xingu e Água Azul do Norte, no Pará.
Este é o sétimo ciclo de auditorias realizadas pelo MPF no Pará e o terceiro ciclo unificado da cadeia econômica da pecuária na Amazônia Legal, conduzido a partir dos mesmos critérios em todos os estados da região.
“O resultado demonstra a consistência do nosso trabalho no monitoramento dos fornecedores diretos, que teve início em 2017, mas nosso principal desafio agora está em ampliar esse controle para os fornecedores indiretos. Temos avançado nessa frente com o
uso de tecnologias e iniciativas que permitem ampliar a rastreabilidade e a conformidade ao longo da cadeia. Nosso objetivo é evoluir continuamente nesse processo, contribuindo para uma cadeia de fornecimento cada vez mais monitorada e responsável”, destaca Carlos Corrêa, diretor Financeiro e de Sustentabilidade.

Avanço no monitoramento de fornecedores indiretos

O monitoramento dos fornecedores indiretos em todos os níveis da cadeia é um dos principais desafios do setor. A FriGol estabeleceu como meta alcançar 100% de monitoramento até 2030, utilizando os mesmos protocolos aplicados aos fornecedores
diretos, em todos os biomas e para todas as unidades produtivas.
Como parte desse compromisso, a companhia antecipou para 2025 a meta de mitigar o desmatamento entre os fornecedores indiretos de nível 1. No Pará, o monitoramento de 100% desses fornecedores começou em 2023, com o uso de tecnologias como o sistema Visipec (NWF Brasil), que cruza informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR) com a base pública das Guias de Trânsito Animal (GTAs). Em 2025, o índice de conformidade alcançou 93%. A FriGol também atua em conjunto com o poder público, instituições do setor e a cadeia produtiva para contribuir para o avanço dos protocolos de monitoramento.
A companhia está alinhada às diretrizes da Sarb 26 da Febraban e divulga seus resultados de conformidade desde 2023.
Além disso, a FriGol apoia iniciativas privadas voltadas ao monitoramento individual dos animais. Desde 2024, participa do Programa de Rastreabilidade Individual e Monitoramento de Indiretos (Primi), que busca assegurar a conformidade socioambiental desde o nascimento do animal até o abate. Fornecedores da companhia já aderiram ao protocolo, que também
está implementado nos programas de confinamento da FriGol.
Em 2025, a companhia ampliou sua atuação nessa agenda com o lançamento do FriGol Farm,programa que apoia pecuaristas no monitoramento de seus fornecedores e oferece suporte à requalificação comercial e à regularização fundiária.

Monitoramento em todos os biomas
O trabalho de monitoramento socioambiental da FriGol abrange todos os biomas onde a companhia atua e não se limita ao estado do Pará. A empresa monitora 100% de seus fornecedores diretos em todos esses biomas.
Nesse processo, a FriGol foi a primeira empresa do setor a implementar, em julho de 2023, o Protocolo de Monitoramento Voluntário de Fornecedores de Gado no Cerrado, antes mesmo da publicação definitiva do protocolo, que ocorreu em abril de 2024 e contou posteriormente com a adesão de outras empresas do setor. A iniciativa é coordenada pelas organizações
Proforest, Imaflora e National Wildlife Federation (NWF).

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